22 Fevereiro 2018

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Dois Metros de Safadeza | Blog Torcedor do Treze

 

Vamo encurtar a história, que é o melhor que a gente faz.

 

Resumindo, foi como a partida contra o Figueirense, sendo pior.

 

Tudo começa quando Saulo, um goleiro com quase dois metros de safadeza, entrega de novo um gol de graça com aquela saída de pateta. Num misto de lentidão e ruindade ele perde a bola pra um sujeito que consegue abrir o placar de costas pra trave. É a mesma jogada do primeiro gol sofrido contra o Figueirense, uma espécie de nova tradição que o habilidoso arqueiro resolveu implementar no Galo. Antes dos 4 minutos de jogo, o sujeito já tinha destruído toda a estratégia do time, levantado a confiança do adversário, emputecido a torcida e os colegas, desanimado o time inteiro e comprometido a partida.

 

Daí pra frente, dêem as boas vindas ao Galo dos últimos anos que a gente conhece.

 

Competindo com Jesus Cristo nessa habilidade rara de ressucitar os mortos, o Treze passou a colaborar com o Santa Cruz na primeira vitória do time no ano. Passe errado com Dedé preguiçoso e desatento, Ítalo com virada de bola na frente da intermediária pra interceptarem em contra-ataque, Rayro achando que é Nilton Santos, Marcelinho lateral fazendo graça na defesa até perder a bola e errando cruzamento até com a bola parada, leseira, lerdeza, lentidão, indolência e uma moleza de fazer raiva, Fábio Neves assistindo o jogo sem pagar ingresso, Tininho dominando de canela, um toca-toca de lado feito siri em que ninguém consegue nem chegar perto de finalizar.

 

Teve boleiro saindo com a bola dominada em direção a linha de fundo e deixando ela sair antes de cruzar, leseira de bola roubada sem ninguém avisar, bola nas costas, malandro que perde a bola e nem olha pra marcar, ninguém pega uma sobra, ninguém troca nem toca bola pra frente, erros inacreditáveis. Teve uma hora que nem a falta que um doido lá tentou fazer ele conseguiu acertar. Quando um time não consegue fazer nem falta, avalie a situação. Se do outro lado não tivessem perdido as chances na cara e o juiz não tivesse dado um impedimento completamente errado, dobrava aquela meta fácil.

 

Vão chegando as peças e o time vai andando... pra trás! Passa o tempo, treinam, jogam juntos, combinam, repetem movimentos... e pioram.

 

Canindé acha que se ficar repetindo bem muitas vezes que ele tem dois times, isso de alguma forma vai virar realidade.

 

Ele não tem nem um.

 

Com esse ele só consegue lutar pela permanência na Série A do Paraibano - e olhe lá.

 

E se eu conheço meu gado, a culpa ainda vai vir pra torcida.

Leia Mais http://globoesporte.globo.com/pb/blogs/especial-blog/torcedor-do-treze/post/dois-metros-de-safadeza.html

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